Inteligência artificial

A mensagem da IA que virou pedido na manhã seguinte

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A mensagem da IA que virou pedido na manhã seguinte

Uma mensagem automática vende quando fala do que o cliente já comprou: numa loja de vinho, a IA escreveu à noite para um cliente de Rioja, ele respondeu na manhã seguinte pedindo meia caixa, e a equipe da loja fechou o pedido.

O dono da loja que ouve falar de inteligência artificial costuma ter a mesma dúvida: o cliente fiel lê uma mensagem automática ou apaga sem abrir? A resposta mais honesta é uma conversa real, do começo ao fim, com os nomes trocados e a loja anônima.

A conversa, do começo ao fim

O cliente, aqui chamado de Paulo, já tinha comprado Rioja na loja. À noite, a IA mandou para ele uma mensagem no WhatsApp que começava pelo gosto dele: lembrava que ele gostava de Rioja e contava que tinha chegado um Rioja Reserva parecido com o que ele costuma escolher.

A mensagem da IA explicava o vinho em poucas linhas, sugeria um jantar com carne grelhada e terminava com uma pergunta simples, oferecendo separar o vinho para ele. Não havia desconto, contagem regressiva nem lista de ofertas.

Na manhã seguinte, Paulo respondeu pedindo meia caixa do Rioja e perguntando as formas de pagamento e o prazo de entrega. A IA pediu o endereço e confirmou o prazo; a equipe da loja enviou a chave do Pix e fechou o pedido.

A IA escreve, a equipe fecha.

Por que o cliente respondeu

O cliente de Rioja respondeu porque a mensagem falava da compra dele, não da loja. Quem recebe um texto que cita o vinho que escolheu da última vez lê como atenção de um vendedor que lembra dele, e não como mais uma propaganda.

O contrário também vale. A promoção mandada para a lista inteira, a mesma para quem comprou um Barolo e para quem nunca comprou nada, ensina o cliente a ignorar a loja. O problema dessa mensagem não é ser automática: é falar com todo mundo do mesmo jeito.

Outra cliente da mesma loja, que tinha comprado um branco de Malbec, recebeu uma sugestão da mesma linha e agradeceu as indicações, dizendo que guardaria para a próxima compra. A venda não saiu na hora, mas a cliente passou a esperar a próxima mensagem da loja.

O que muda na sua loja

A base de clientes que a sua loja já tem guarda vendas que ninguém está buscando. O cliente que comprou uma vez e não voltou não foi para a concorrência por causa de preço: na maioria das vezes, ninguém escreveu para ele com algo que fizesse sentido.

Com a IA escrevendo, a equipe da loja deixa de gastar o dia montando lista e passa a receber cliente já interessado, perguntando prazo e forma de pagamento. A conversa chega pronta para fechar, e a equipe faz o que faz de melhor: atender quem quer comprar.

Como testar com a sua base

Antes de pensar em ferramenta, o dono da loja pode testar a ideia com o que já tem. O teste é simples e mostra se a base responde a uma mensagem pessoal:

  • Separe alguns clientes que compraram o mesmo estilo de vinho e não voltaram desde então.
  • Escreva para cada cliente citando o que ele comprou e sugerindo um vinho parecido, sem desconto.
  • Termine a mensagem com uma pergunta fácil de responder, como pedir para separar.
  • Compare as respostas com as da última promoção mandada para a lista inteira.

Onde o Robô de Vendas entra

Fazer esse teste à mão com a base inteira toma o tempo que a equipe da loja não tem. O Robô de Vendas, vendedor especialista com inteligência artificial, lê o que cada cliente comprou e escreve uma mensagem só para ele, no WhatsApp e por e-mail, sugerindo vinhos parecidos, venda cruzada e recompra.

O contato é programado, a IA entende o perfil de cada cliente e responde a qualquer hora, sem aumentar a equipe. Quando o cliente pede para comprar, a conversa passa para a equipe da loja. A IA escreve, a equipe fecha. Para ver como ficaria na sua loja, mande uma mensagem no Direct.

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Escrito por

Fundador do Robô de Vendas, especialista em IA para negócios e varejo de alto padrão.